quinta-feira, 26 de abril de 2012

Redução do peso e desintoxicação do organismo



Uma semente, várias soluções: conheça a Chia
            A cada dia que passa as pessoas procuram ainda mais por alimentos que auxiliem na saúde. Está aí o motivo do sucesso da Chia, uma semente originária do México e da Colômbia, que ajuda na redução do peso, na desintoxicação do organismo e muito mais. Os benefícios da chia estão nos seus valores nutricionais. Ela é rica em proteínas e tem boa qualidade de fibras dietéticas, que são ideais no auxílio do emagrecimento.
Por se tratar de uma semente mucilaginosa repleta de fibras, ao entrar em contato com a água forma um gel no estômago, podendo absorver até 10 vezes o seu peso em água e deixar a digestão mais lenta. Ela desencadeia e prolonga a saciedade efetiva. Melhora também o trânsito intestinal e a capacidade de absorção da glicose.
De acordo com a nutricionista e consultora da Farmácia Galgani, Viviane Paixão, a Chia é indicada na prevenção e controle de problemas cardiovasculares; no controle do diabetes; em dietas, entre outros. “A única contraindicação da chia são para as pessoas que possuem divertículos”, afirma a especialista.
            O consumo da semente é fácil e diverso, pode ser ingerida direto do pacote, misturada em suco, vitaminas, iogurte, cereal, nas saladas de folhas e verduras, com frutas ou mesmo em um alimento de sua preferência. Procure hidratar as sementes, mas não as triture, ela pode perder algumas de suas propriedades.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Um arco-íris no prato


É difícil encontrar uma dieta variada e equilibrada que possua grande quantidade e diversidade em nutrientes, e as cores nos alimentos podem ajudar muito nessa batalha.

Desde pequeno, escutamos de nossa mãe que é preciso manter uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes. Um verdadeiro arco-íris dentro do prato. Crescemos, e agora é a nutricionista que puxa a nossa orelha. Principalmente na hora do almoço, em que nos deparamos com aquele buffet repleto de iguarias deliciosas. Mas não se esqueça: o ideal é que o prato esteja ser preenchido com alimentos saudáveis, cheios de nutrientes e coloridos.

Cada um no seu quadrado

Só porque um alimento possui determinada cor não quer dizer que é mais saudável do que o outro. “A coloração determina que ele é predominante em um determinado nutriente, mas em sua composição também existem outros, podendo estar em menor quantidade”, explica a nutricionista Pollyana Ayub. E não adianta ingerir o alimento apenas uma vez por semana. “É necessário comer todos os dias para se ter um aporte garantido de todos os nutrientes necessários à prevenção e curas de doenças, ou mesmo a manutenção da saúde”, conta Hellen Fernandes, nutricionista clínica e consultora da Galgani Farmácia de Manipulação, em Belo Horizonte.

Paleta dos alimentos

Conheça cada cor, os alimentos que elas representam, seus nutrientes e a importância para o nosso organismo:

Verde: alimentos como brócolis, couve, espinafre e kiwi são fonte de ferro e vitamina K, prevenindo a anemia e melhorando a coagulação do sangue, a memória e a formação óssea. Além disso, auxilia na eliminação de toxinas do corpo.

Roxo: uva, beterraba e amora são alguns exemplos dos alimentos que possuem elevada atividade antioxidante. Protegem o DNA das lesões causadas pelos radicais livres e funcionam como um protetor solar (o que não te deixa livre de usar o seu todos os dias no corpo e no rosto).

Vermelho: morango, tomate e melancia podem prevenir contra o envelhecimento precoce e ainda contra o câncer de próstata (avise o bofe que vai rolar uma saladinha hoje!).

Marrom: alimentos como nozes, aveia e cereais são ricos em vitaminas do complexo B e E, melhorando o funcionamento do intestino e combatendo até sinais de depressão.

Branco: arroz, batata, leite e seus derivados contêm cálcio e potássio, que são importantes para a formação e manutenção dos ossos, e ainda são imprescindíveis para o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.

Amarelo-alaranjados: laranja, mamão, manga e mexerica possuem fontes que no corpo se transformam em vitamina A, boa para a pele, visão, e para manter imunidade sempre em alta.

Fonte: Portal Armário Feminino.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Óleos funcionais ajudam a emagrecer


Sabe aquelas indesejáveis gordurinhas que tanto nos incomoda? Elas podem ser reduzidas com apenas duas colheradas diárias de óleo funcional, entre eles, o óleo de coco, de linhaça e de cártamo. Usados na medida correta, esses produtos auxiliam não apenas no emagrecimento, mas também na melhoria da qualidade de vida.

"Por conter ômegas 3, 6 e 9, os óleos funcionais são anti-inflamatórios (ação que ajuda a regular os hormônios). A mulher sente o ciclo menstrual equilibrado, TPM mais suave, menos inchaço e menor propensão em acumular gordura na barriga", explicou Dra. Hellen Fernandes, nutricionista clínica e consultora da Galgani, farmácia de manipulação localizada em Belo Horizonte.

A especialista ressaltou que o consumo desses óleos é saudável, pois são de origem vegetal e não alteram o colesterol ou triglicérides. "Possui em sua composição um tipo de ácido graxo (TCM - Triglicerídeos de Cadeia Média), que é um tipo de gordura que é rapidamente digerida e absorvida, levando à termogênese, ou seja, maior gasto energético".

Mas antes de tomar, consulte um profissional que avaliará qual é o óleo ideal para o seu corpo, pois cada um tem as suas propriedades que podem ser benéficas para uma pessoa e maléficas para outra. Mais ainda: muito cuidado com a dosagem, pois geralmente eles são calóricos e podem acabar prejudicando o seu processo de emagrecimento saudável.

Se você ainda não conhece os benefícios de cada óleo funcional, a nutricionista Hellen Fernandes separou uma lista com oito deles para você garantir uma boa forma, saúde e uma pele desejável. Acompanhe:

Óleo de Linhaça
Rico em ácidos graxos que estimulam a saciedade, o óleo da semente de linhaça auxilia na redução do colesterol ruim, o LDL. "Ele diminui o colesterol total e o mau
colesterol, protege de doenças cardiovasculares e doenças cancerígenas na mama e próstata. Outro benefício do consumo deste óleo é a prevenção dos sintomas da menopausa", disse a nutricionista.

Óleo de Coco
"O
óleo de coco é antioxidante, retarda o envelhecimento, previne doenças como o câncer e reduz as taxas de colesterol sanguíneo. Ele promove também saciedade ao corpo e sua gordura é rapidamente digerida, absorvida e transportada para o fígado, onde é transformada em energia, aumentando gasto energético", ressaltou Hellen Fernandes. Seus efeitos também são sentidos no sistema imunológico do corpo, já que cerca de 50% da gordura do coco é composta por ácido láurico (ácido graxo), de ação antibacteriana, antifúngica, antiviral e antiprotozoária.

Além da ingestão, esse óleo também pode ser utilizado com finalidades cosméticas como hidratante, melhorando a elasticidade e garantindo uma aparência mais jovem e sadia à pele. É ideal para a prevenção de estrias que podem ocorrer durante a gestação.

Óleo de Cártamo
De acordo com a nutricionista, o óleo de cártamo proporciona aumento de massa magra, redução da aterosclerose, potencialização da mineralização óssea, fortalecimento da imunidade e diminuição das concentrações de LDL ("mau colesterol") no sangue. Antioxidante natural possui propriedades que podem acelerar o metabolismo das gorduras, auxiliando assim no controle da obesidade.

Óleo de Gergelim
"O óleo de gergelim é fonte de ácidos graxos insaturados, oléico ou ômega 9, linoléico ou ômega 6 e alfa-linolênico. Entre os constituintes menores do óleo de gergelim, encontram-se a sesamina, a sesamolina e o sesamol, que possuem importante ação
antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce", resumiu a especialista. Por possuir todos os tocoferóis (alfa, beta, gama e delta) em sua composição natural, é antioxidante natural e protege as células contra a ação dos radicais livres. Outra vantagem é que ele possui níveis elevados de vitamina E que alivia os sintomas da TPM.

Óleo de Abóbora
O óleo de semente de abóbora possui propriedades antioxidantes por ser abundante em vitamina E, alfa-tocoferol e gama-tocoferol. "É também fonte de Vitamina A e complexo B, minerais como cálcio, ferro, potássio, fósforo e selênio, além de ácidos graxos ômega 6. Carotenóides tais como alfacaroteno e betacaroteno que são poderosos antioxidantes", relatou a nutricionista. Ele pode prevenir câncer de próstata, inibir a inflamação ou o crescimento do tecido prostático e é utilizado pela medicina popular também como diurético e vermífugo.

Óleo de Amêndoas
"Rico em ácido oléico ou ômega 9, ácido linoléico ou
ômega 6, ácido palmítico, ferro, cálcio e fósforo é a garantia de um excelente funcionamento do organismo", explicou a nutricionista. O óleo de amêndoas é muito utilizado no preparo de licores e produtos de confeitaria e receitas culinárias, bem como em saladas e refogados. Seu uso cosmético amacia e tonifica a pele, alivia coceira e possui propriedades rejuvenescedoras, regeneradoras, hidratantes e nutritivas. "Existem dois tipos de Amêndoa: a doce e a amarga. Apenas a doce é indicada como alimento, pois a amarga contém ácido cianídrico, que é uma substância que pode causar antoxicação", acrescentou Hellen.

Óleo de Girassol
É um óleo de alto valor nutritivo e se difere dos outros óleos vegetais por seu teor de ácidos graxos insaturados (oléico, linolênico e principalmente o linoléico), que ajudam a eliminar o excesso de colesterol do organismo. "Esta característica garante ao óleo de girassol propriedade reguladora em doenças cardíacas. Ele também tem ação emoliente e auxilia na cicatrização", afirmou a especialista.

Óleo de Macadâmia
É o único óleo vegetal que contém grande quantidade de ácido palmitoléico, um ácido graxo monoinsaturado. Em sua composição é possível encontrar ômega 9 e ômega 7, que reduzem os efeitos do envelhecimento precoce. "O ácido palmitoléico (ômega 7) pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes, mas à medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele diminui", finalizou Hellen Fernandes.

Fonte: Entrevista da nutricionista da Galgani, Hellen Fernandes, para o Portal Vila Mulher.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Fatores genéticos não são os únicos causadores da obesidade infantil

Pais têm papel fundamental na prevenção da obesidade dos filhos
O Ministério da Saúde divulgou dados que compravam que os brasileiros se alimentam mal e que o número de obesos já passa de 15% da população. Engana-se quem pensa que essa é uma realidade apenas dos adultos, as crianças também fazem parte dessa realidade.
A obesidade infantil é multifatorial, segundo estudos populares, 80% das crianças com pais e mães obesos têm 40% de chance de também ser obesas. Enquanto se nenhum dos pais apresentarem obesidade, o risco é de apenas 7%.
Mas, a nutricionista e consultora da Galgani Farmácia de Manipulação, Hellen Fernandes, indica que fatores ambientais e ainda, uma incidência dos fatores psicossociais são expressivos responsáveis pela obesidade “A própria mídia contribui para isso, pois é contraditória, ou seja, cobra da sociedade um padrão de beleza, porém oferta fast foods o todo tempo”, comentou.
De acordo com a especialista, os cuidados devem ser prematuros, ou seja, iniciar na amamentação, sendo esse o alimento exclusivo até os 6 meses de vida. Depois a alimentação deve respeitar a saciedade da criança, ofertar alimentos de preferência naturais e evitar os industrializados.  No decorrer do desenvolvimento, o refrigerante deve ser substituído pelo suco de frutas, evitar a gordura saturada e incentivar a atividade física recorrentemente.
Para as crianças já obesas, a nutricionista deixa algumas dicas valiosas: os pais são fundamentais nesta fase, o limite é o primeiro passo, deve-se colocar no prato somente a quantidade a ser ingerida; não ofertar líquidos durante as refeições; não usar alimentos como moeda de troca para as tarefas diárias; não levar a criança para as compras mensais de supermercado. Os próprios pais devem ser exemplos para uma vida saudável.
Lembre-se que uma criança obesa tem expressiva chance de ser um adulto obeso.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Número de obesos passa de 15% da população

Dados do Ministério da Saúde comprovam que o brasileiro se alimenta mal

 A pesquisa do Ministério da Saúde comprova que o brasileiro se alimenta mal. De cada dez brasileiros oito não consomem frutas e hortaliças todos os dias. Boa parte não abre mão de carnes gordurosas nem de refrigerante.

A população está se exercitando um pouco mais, mas só um terço faz atividade física regularmente. O resultado dessa combinação de pouca atividade física e má alimentação é o aumento de peso.

Hoje, mais da metade dos homens e quase 45% das mulheres brasileiras estão com sobrepeso. O número de obesos já passa de 15% da população.

De todos os dados divulgados na pesquisa, o aumento da obesidade é o que mais preocupa o Ministério da Saúde. “Nós podemos sim virar o jogo contra a obesidade e o excesso de peso e não fazer com que o Brasil se torne um EUA, por exemplo, que tem 25% da população obesa, ou mesmo Argentina e Chile, que ultrapassa os 20%”, comenta Alexandre Padilha, ministro da Saúde.

Fonte: Jornal Hoje